Facebook Twitter Linkedin Instagram
Conteúdo 3 de outubro de 2018

Autoanálise para manter-se atuante no mercado nacional

Fabrício Baggio de Almeida, Diretor de Operações e Transportes da Multilog

Os reflexos da situação atual do Brasil, cenário que se transformou há cerca de dois anos, fazem com que todas as empresas realizem uma autoanálise e um saneamento em toda a cadeia de trabalho, tanto a parte de custos como a de eficiência de produtividade e nível de serviço. Essa avaliação interna se torna importante para o cotidiano de qualquer instituição, seja pequena, média, grande, pública ou privada. Não seria diferente para os prestadores de serviço logístico, que passaram a se encontrar em um cenário de transformação constante do meio.

Como manter-se competitivo no mercado, aumentando o desempenho oferecido e a satisfação perante seus clientes? Foi essa pergunta que direcionou diversos players no setor. Na Multilog, empresa em que atuo há cinco anos, realizamos uma análise periódica de processos com o objetivo de ligar os pontos necessários para obter uma visão do cenário como um todo.

Fundada em 1996, sempre existiu no DNA da empresa essa busca constante por renovação e a necessidade de encontrar vertentes que nos mantenham ativos e competitivos. Focamos na nossa expertise em logística integrada para atender clientes que exijam estruturas customizadas e apropriadas, processos bem definidos e atendimento diferenciado. Observamos que no mercado existia a possibilidade de um crescimento nesta faixa e assim conseguimos ampliar nosso leque de serviços oferecidos, tornando a Multilog um dos maiores operadores logísticos do Brasil. Hoje temos uma grande operação em área alfandegada, centros de distribuição, transportes, 18 unidades distribuídas nos principais corredores de importação e exportação do Brasil, e ainda saltamos de 350 para 1,5 mil colaboradores, com o desafio imenso de manter a eficiência e a produtividade, sem perder o nível de qualidade e satisfação do cliente. Esta autoanálise nos fez ampliar tantas vertentes que hoje temos a meta ousada de atingir R$ 1 bilhão de faturamento até 2022.

O momento é de adotar a estratégia ‘pensante’. As empresas, por mais tradicionais ou segmentadas que sejam, precisam entender que o necessário é apresentar uma produtividade diferente e mais inteligente, que consiga agregar valor àquele serviço que é prestado e, com isso, garantir ao cliente o custo esperado para que eles também sejam competitivos no mercado em que atuam.

Top do Transporte
Top do Transporte
Top do Transporte
Forexsa
Toyota
Profishop 2018
Retrak LOGCP
Paletrans
Alphaquip
Assine a Revista Logweb
Assine a Revista Logweb
Revista Logweb