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Condomínio logístico 12 de fevereiro de 2019

Condomínio logístico CBSK investe no tratamento de recursos hídricos sem química

Segundo a Agência Nacional de Águas, estima-se que 97,5% da água existente no mundo é salgada e não é adequada nem mesmo para a irrigação de plantações. Sobram apenas 2,5% de água doce, sendo que a maior parte (69%) está concentrada nas geleiras e 30% são águas subterrâneas (armazenadas em aquíferos).

Os números alertam para a necessidade de consumo inteligente e não desperdício dos recursos hídricos. Pensando nisso, a Retha, administradora de condomínios logísticos, tem adaptado e criado galpões e centros logísticos ambientalmente responsáveis, principalmente no que se refere à economia e tratamento da água. No condomínio CBSK, em Itapevi (SP), entre outras soluções ambientais se destaca a Estação de Tratamento de Efluentes (ETE), que não utiliza nenhum produto químico em seu processo de purificação da água. Os dejetos são tratados por bactérias naturais e a água é devolvida ao rio que corre junto ao condomínio com 98% de pureza.

O investimento na construção da estação custou R$ 700.000,00. E, para Marino Mário da Silva, diretor presidente da Retha, compensa cada centavo. “Investimos em processos sustentáveis, em primeiro lugar, pela consciência ecológica que todos devemos ter. Em segundo, precisamos tratar o nosso esgoto. Os condomínios de galpões e centros logísticos ficam geralmente afastados das áreas residenciais, onde não existe estrutura de saneamento adequada, e a melhor maneira de fazer esse tratamento é pelo processo biológico, onde conseguimos devolver a água ao meio ambiente com quase 100% de pureza, sem química”, destaca Marino.

Como funciona

Dentro da estação de tratamento, o processo de purificação dos dejetos é feito apenas por bactérias anaeróbicas. Consiste em uma estrutura retangular de polietileno, contendo em seu interior placas termo formatadas, envolvidas em manta geotêxtil.

A estação é instalada em uma vala, tendo com base uma camada de areia grossa (mínima de 50 cm) com granulometria predefinida (semelhante a um filtro de areia reduzido).

Para alimentar este equipamento deve ser utilizado um tubo perfurado de 100 mm, posicionado no centro, possibilitando a distribuição uniforme do efluente sobre as placas. A eficiência após um tanque séptico bem dimensionado pode chegar a 98% de remoção de DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio). A tecnologia de construção da ETE é da empresa Rotogine.

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Outros Projetos

Além do CBKS Itapevi, existem outras estações de Tratamento de Efluente nos empreendimentos administrados pela Retha em Vargem Grande Paulista, Osasco e Arujá, as quais somadas atendem aproximadamente 6.000 pessoas /dia. Atualmente, mais uma estação como essas está sendo instalada no empreendimento Icon Realty Cajamar, ainda em construção.

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