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Condomínio logístico 19 de maio de 2017

Mercado estável em São Paulo e em declínio no Rio de Janeiro

A unidade brasileira da consultoria imobiliária anglo-americana Newmark Grubb divulgou sua pesquisa trimestral sobre o comportamento do mercado de galpões logísticos. O levantamento, que abrange condomínios industriais e logísticos dos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, apontou que nas duas regiões o volume de metros quadrados devolvidos foi superior ao de espaços contratados. Em São Paulo, o preço médio do metro quadrado se manteve estável, ante uma queda de 5% no Rio, frente ao último trimestre de 2016.

No Estado de São Paulo, apesar da estabilidade verificada no preço médio dos aluguéis, que fechou em R$ 19,6/m² no trimestre, a Newmark Brasil apurou uma absorção líquida negativa de 19 mil m². Os indicadores mais representativos de retração na demanda foram observados nos vetores Anhanguera-Bandeirantes e Dutra-Ayrton Senna.

Já as regiões Castelo Branco e D.Pedro I, acrescenta a consultoria, registraram absorção líquida positiva no período. A taxa de vacância medida no Estado de SP, de 30,6%, superou em 3,8 pontos percentuais a do último trimestre de 2017.

De acordo com a Newmark Grubb Brasil, as incertezas quanto à economia do Rio de Janeiro empurraram para baixo a demanda por galpões logísticos no Estado. A absorção líquida da região fechou negativa em 134 mil metros quadrados, com preço pedido (médio) de R$ 22,5/m².

A taxa de vacância média medida na região, segundo a Newmark Grubb Brasil, foi de 25% e ficou quatro pontos percentuais acima do trimestre anterior.

Para Patrick Samuel, executivo da Newmark Grubb Brasil, o crescente aumento do desequilíbrio entre oferta e demanda no segmento de condomínios logísticos, proveniente de novos empreendimentos entregues e também do acentuado volume de devolução de espaços, não permite fazer projeções otimistas para esse mercado neste ano.

“Apesar das expectativas favoráveis em relação à retomada do crescimento econômico, o início de 2017 ainda não sinaliza o fim da crise”, conclui ele.

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