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Condomínio logístico 14 de março de 2019

NTN Rolamentos investe R$ 3,5 milhões em novo CD em Campina Grande do Sul (PR)

 

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A NTN Rolamentos do Brasil investiu R$ 3,5 milhões em um novo centro de distribuição em Campina Grande do Sul, Região Metropolitana de Curitiba. O CD terá capacidade de armazenamento para mais de três mil itens e vai atender todo o território nacional. É a segunda operação da empresa no Paraná, que já tem uma fábrica em Fazenda Rio Grande. O Grupo NTN também possui uma unidade em Guarulhos, São Paulo, onde produz juntas de transmissão homocinética. Com origem no Japão, a NTN Corporation é um dos maiores fabricantes de rolamentos no mundo.

De acordo com Mathieu Ollier, presidente da NTN Rolamentos do Brasil, a ampliação vai otimizar a logística e possibilitar que a empresa amplie significativamente seu estoque, tanto em quantidade quanto em diversidade de itens. “Os nossos centros de distribuição estão localizados em regiões de fluxo viário e saídas da grande Curitiba para outros estados, o que facilita o transporte das cargas. Com a reorganização de um estoque local, o crescimento em vendas para os segmentos industriais e automotivo será um resultado decorrente”, diz.

O imóvel escolhido é administrado pela Capital Realty, empresa que desenvolve e faz a gestão de condomínios logísticos nos três estados do Sul e também em São Paulo. O novo espaço terá 3.600 m² em torno de 4 mil posições palete, com a possibilidade de ampliação para 5,5 mil e mais 4 mil posições para caixas em prateleiras.

Segundo Rodrigo Demeterco, presidente da empresa, a localização é privilegiada e vai otimizar as operações da NTN Rolamentos do Brasil. “Nosso condomínio logístico fica próximo ao porto e também à fábrica da empresa, em Fazenda Rio Grande. A localização permite fácil acesso aos grandes centros consumidores de rolamentos industriais e automotivos”, explica.

No Brasil, a NTN fornece mais de 4,5 milhões de rolamentos automotivos para os diferentes mercados (OEM e Aftermarket) e de diferentes origens (fabricados localmente e importados de outras unidades do grupo). Nos segmentos industriais, a participação vem aumentando seguidamente após o arrefecimento da crise a partir de 2017 e há perspectivas de forte crescimento para os próximos anos por meio da expansão de estoque local de rolamentos industriais.

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