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Logística Portuária 22 de julho de 2021

Com uso de drones, VLI avança em eficiência e segurança no Terminal Portuário de São Luís

Sao Luis_MA, 24 de maio de 2014 Corporativo / VLI Producao de banco de imagens para a VLI, empresa de logistica que integra ferrovias, portos e terminais com ativos proprios e de terceiros.  Imagens produzidas na unidade de Sao Luis no Maranhao cuja operacao e no Porto de Itaqui. Foto: NIDIN SANCHES / Divulgacao

Sao Luis_MA, 24 de maio de 2014
Corporativo / VLI
Producao de banco de imagens para a VLI, empresa de logistica que integra ferrovias, portos e terminais com ativos proprios e de terceiros.
Imagens produzidas na unidade de Sao Luis no Maranhao cuja operacao e no Porto de Itaqui.
Foto: NIDIN SANCHES / Divulgacao

Garantir mais segurança, reduzir o tempo da operação portuária e ganhar produtividade estão entre os benefícios dos drones, que passaram a ser utilizados no Terminal Portuário São Luís (TPSL), operado pela VLI, companhia de soluções logísticas que integra terminais, ferrovias e portos, responsável pela circulação de trens entre o Maranhão e o Tocantins.

A ideia nasceu em 2019, foi implantada no ano seguinte e mostra bons resultados desde então, otimizando o carregamento dos navios na capital maranhense.

De acordo com o inspetor de Operação Multimodal, Tércio Máximo, os drones são utilizados no processo de arqueação dos navios (leitura do calado). Essa operação é fundamental para dar segurança ao carregamento da embarcação.

Os aparelhos sobrevoam ao redor do navio e fazem o que antes era realizado por um funcionário a bordo de uma lancha. Os ganhos com o sistema de drones podem ser medidos pela redução do tempo de operação e eliminação da necessidade de aluguel de lanchas.

Sem os equipamentos, a leitura do calado consumia, pelo modelo tradicional, até uma hora, período em que a operação ficava parada. Agora, é possível realizar o mesmo trabalho em apenas 25 minutos e com total segurança.

“De uma só vez reduzimos o custo da operação, pois eliminamos o aluguel da lancha, tornamos o trabalho mais seguro, pois o arqueador não precisa mais se deslocar até a lancha, e diminuímos o tempo da arqueação”, explica Tércio.

Além disso, o processo traz mais precisão ao carregamento do navio. Segundo Tércio, o valor investido na aquisição de dois drones foi recuperado no primeiro mês de operação com o novo sistema.

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