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Empresas 18 de setembro de 2020

Plano de Continuidade de Negócios, uma prática efetiva para superar crises

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Durante a pandemia mundial, o mercado brasileiro foi obrigado a se reinventar, a pensar em novas formas e meios para atender, vender e se relacionar. Com a crise vivenciada nos últimos cinco meses, muitas empresas viram as vendas caírem, seu patrimônio perder valor e tentam ainda encaixar um novo modelo de gestão empresarial mais resiliente.

A AGV – integrada desde dezembro de 2019 à Solistica, Operador Logístico 3PL –, vivenciou a experiência de ativar seu Plano de Continuidade de Negócios (PCN) para enfrentar a grave crise dos caminhoneiros, em 2018. A companhia conseguiu seguir com suas operações com segurança graças ao PCN e uma prática estruturada e apoiada pela liderança.

O Plano possibilita, por exemplo, que uma empresa esteja preparada para possíveis desastres, como fenômenos naturais, incêndio, desabamentos, roubo de carga e paralisação de transporte. Ao estruturá-lo a organização não é pega desprevenida.

Este ano, a AGV/Solistica se deparou com a segunda maior crise em sua história, a Covid-19, mas a pandemia não foi um problema para a companhia, como talvez tenha sido para a maioria das empresas no país, pois ela estava pronta.

“Desenvolver um PCN nos proporcionou uma união de forças e a parceria com os nossos clientes, nos permitiu manter o abastecimento de medicamentos, instrumentos hospitalares e outros insumos essenciais para o mercado quando a população mais precisava deles”, conta Kleber Fernandes, Head of Quality and Management da AGV/Solistica. O Plano de Continuidade de Negócios citado por Fernandes se deu pela parceria com a Daryus Consultoria que, além de ajudar a criar um Comitê de Gerenciamento de Crises, alinhado com a Alta Administração, fez o apoio consultivo em toda a implementação, exercícios e testes simulados para condicionar as operações de saúde e nutrição da AGV/Solistica no Brasil.

Para uma empresa de qualquer porte estar preparada para enfrentar crises, é recomendado fazer previamente uma análise dos riscos empresariais e uma Business Impact Analysis (BIA), que possibilitarão obter diagnósticos para auxiliar na preparação adequada, assertiva, investindo onde é realmente necessário. Essas ferramentas de gestão darão suporte à liderança para investir menos e proteger mais.

“O PCN é o que nos dá a orientação para onde ir, como ir e quando ir frente a uma situação de crise, evitando a confusão e a tomada de decisões equivocadas nesses momentos de pressão e nervosismo. Com muita preparação e educação, desde a liderança até as equipes operacionais, o modo de reagir é o que minimizará as perdas e garantirá a sobrevivência da organização”, explica Jeferson D’Addario, CEO do Grupo Daryus e especialista em Continuidade de Negócios há mais de 20 anos.

A AGV/Solistica, conta com uma célula de monitoramento preventivo, adotada como parte da estratégia de continuidade e resiliência, que avalia indicadores e acompanha as tendências do comportamento da Covid-19 no Brasil e no mundo, bem como a interferência na rotina dos colaboradores e seus familiares. “Com essa estrutura desenhada, planejada e com efetiva solução dos problemas, nós conseguimos minimizar muito o impacto para mais de 50 clientes em todos os estados em que atuamos com operações que garantiram o funcionamento dos nossos armazéns, contratação de transportes alternativos e, principalmente, a entrega de elementos básicos para os nossos clientes. Hoje, sabemos como atuar durante e depois de uma crise”, conclui Fernandes.

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