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Informe Publicitário 9 de junho de 2021

Plataforma logística? Afinal, o que isso significa?

Nas últimas décadas, a forma com que as pessoas se relacionam e fazem negócios evoluiu drasticamente. Puxando pela memória podemos lembrar o quanto era complexo usar um taxi e o pior disso é olhar o quanto era complexo se tornar um taxista. No ramo da hotelaria e hospedagem temos outra grande transformação: ao invés de um investimento milionário na construção de estrutura e quartos, a economia colaborativa chegou para romper todas as barreiras e permite transformar espaços ociosos nas casas de pessoas comuns em aconchegantes opções de hospedagem.

Estes novos modelos de negócio são baseados no conceito de plataformas e da economia colaborativa, e isso gerou casos como a maior empresa de hotelaria do mundo que não possui nenhum imóvel e a maior empresa de transportes que não possui nenhum veículo. Mas será que isso se aplica a outros setores, como o da logística?

Um fator fundamental para a existência de uma plataforma chama-se “efeito de rede”, o qual tem uma única exigência: “Quanto mais participantes existirem precisa-se gerar mais vantagens para todos os participantes”. É bem simples entender isso se pensando em uma rede de telefonia: imagine se somente 10 pessoas tivessem telefone, o benefício seria limitado, porém quanto mais pessoas possuem, melhor fica para todos, pois a capacidade de comunicação cresce geometricamente.

Analisando este cenário podemos concluir que sim, podemos aplicar o conceito de plataforma ao setor de logística, onde os diversos atores do segmento podem trocar informações e fazer negócios. Vamos analisar quem seriam os participantes desta plataforma:

  • Embarcadores
  • Transportadoras
  • Rastreadores
  • Gerenciadoras de risco
  • Órgãos governamentais
  • Softwares de ERP
  • Entre outros

Vamos olhar para alguns benefícios que o modelo de plataforma pode gerar para o ecossistema:

  • Melhor uso de recursos ociosos: Da mesma forma que no case da hotelaria, o uso eficiente de recursos já existentes e que possuem ociosidade gera valor para o dono do recurso e para quem precisa dele temporariamente. Com certeza vem fácil à mente recursos ociosos, por exemplo, de transportadoras, não vêm?
  • Mais opções de segurança nos transportes: Uma das grandes dificuldades em se escolher ou mudar de rastreador ou gerenciadora de risco é a comunicação já existente, isso muitas vezes pode criar uma trava com o fornecedor atual mesmo havendo oportunidades mais eficientes, com todos conectados na plataforma estas barreiras deixam de existir.
  • Menor volume financeiro em espécie: com diversos meios de pagamento conectados, os embarcadores e transportadores possuem um leque de opções para manter as transações em meio eletrônico, independente de qual seja a necessidade de pagamento e qual a região geográfica.

Uma característica comum às plataformas são os ciclos de feedback, popularmente conhecidos como “estrelas”, sendo que podemos implementar os ciclos de várias outras formas, o mais importante é que existam mecanismos de referendar o bom trabalho prestado, facilitando, assim, as escolhas dos demais envolvidos e gerando o ciclo positivo de quanto mais usos, mais avaliações e melhores referências para todos.

Na logística brasileira temos algumas iniciativas consolidadas usando o conceito de plataforma, por exemplo o Trizy, que conecta embarcadores aos transportadores e motoristas, a AT&M, que conecta embarcadores com seguradoras, soluções de pagamento como a Pagbem e Repom e um grande case com a KMM, que aplica o conceito em sua solução de TMS conectando todos os players anteriores, além de órgãos governamentais, rastreadores e gerenciadoras de risco, gerando valor a toda nossa cadeia logística.

KMM – www.kmm.com.br

 

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