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Logística 11 de julho de 2018

Operações Logísticas – Modal Marítimo 04

Escoamento de granéis por hidrovias na região Norte estimula o setor naval
A subsidiária da Reintjes no Brasil, fabricante alemã de reversores e redutores marítimos, ampliou neste ano a sua presença na região Norte do país. Após abrir um escritório comercial há quatro anos em Manaus, AM, a empresa investiu em 2018 na construção de uma oficina própria para a manutenção de equipamentos – a decisão foi influenciada pela crescente demanda de embarcações, como barcaças e empurradores fluviais, que está mantendo aquecido o setor naval na região.
A Reintjes fornece equipamentos para o sistema de propulsão das embarcações, principalmente reversores marítimos para aplicação em continuous duty (serviço contínuo). Em meados de 2013, a empresa mantinha apenas uma filial no Rio de Janeiro, porém com a retração do mercado fluminense foi iniciada a busca por uma nova localização.
“Notamos a crescente demanda de embarcações no norte do país, em especial as que fazem o transporte de cargas pelas hidrovias, e decidimos investir em uma filial comercial em Manaus. Lá, passamos da venda de 20 reversores marítimos em 2016 para 50 em 2017. No Rio de Janeiro, como muitas empresas do setor, estamos aguardando o mercado voltar a demandar”, explica o diretor da filial no Brasil da Reintjes, Antoine Reymondon.
Ele ressalta que a estratégia de instalar uma oficina própria com o objetivo de oferecer também o serviço de manutenção de caixas reversoras foi acertada. “Além de lidar com a demanda já existente, a presença física com produtos procedentes direto da fábrica inspira confiança nos clientes e novos prospects”, diz Reymondon.
Quanto ao mercado do Rio de Janeiro, o executivo diz estar otimista com alguns sinais, como o preço do barril do petróleo subindo, que tem motivado novas cotações com intenções de compras. “Esperamos a retomada do mercado offshore no Rio e Sul do Brasil, com uma melhoria para o segundo semestre ou pelo menos para o fim do ano”, afirma.

TCP anuncia novos portêineres
A TCP – empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá – está investindo na aquisição de dois novos portêineres fabricados pela empresa chinesa ZPMC (Shanghai Zhenhua Port Machinery Co. Ltd). Os equipamentos, que devem chegar à Paranaguá até agosto de 2019, fazem parte do pacote de investimentos de ampliação do Terminal. Os portêineres da ZPMC serão os maiores do Brasil, com 66 metros de alça, podendo alcançar até 24 fileiras no navio. “O tamanho dos guindastes é suficiente para atender aos maiores navios de contêineres que atracarão no Brasil nos próximos anos. Isso significa que seremos um dos poucos portos com toda a infraestrutura necessária para receber navios de 368 metros ou mais”, explica Alexandre Rubio, diretor Comercial da TCP. Os equipamentos serão instalados no novo cais de atracação do Terminal, que teve suas obras iniciadas em fevereiro e que será ampliado em 220 metros, totalizando 1.099 metros de extensão.

Wilson Sons Logística investe em soluções para atender o segmento de energia solar
A Wilson Sons Logística, empresa do Grupo Wilson Sons e um dos maiores operadores integrados de logística portuária e marítima no mercado brasileiro, está investindo em soluções para atender o crescimento da demanda do segmento de energia solar, com a instalação de novos parques fotovoltaicos no país. Em 2017, a movimentação de cargas nesse setor já apresentou aumento significativo e foi cinco vezes maior do que o volume movimentado no ano anterior.
Com a realização dos leilões do setor elétrico, em dezembro de 2017, a perspectiva é de expansão do segmento, com a previsão de novos projetos solares nos estados do Piauí, Pernambuco, Bahia e São Paulo. A Wilson Sons Logística, mirando nesse mercado, vem desenvolvendo soluções que possibilitam a realização de operações integradas, completas e customizadas por meio de suas plataformas regionais no Sudeste e no Nordeste.
As soluções são voltadas tanto para empresas de geração centralizada como de geração distribuída (que importam placas ou componentes para montagem de sistemas fotovoltaicos). A Wilson Sons Logística cuida de toda a operação, da chegada da carga importada ao Brasil até o envio do produto para os parques.
A Plataforma Sudeste da Wilson Sons Logística está localizada em Santo André, São Paulo, próxima a importantes elos logísticos, como o Porto de Santos e os aeroportos de Guarulhos e Viracopos. Conta com Centro de Distribuição e Estação Aduaneira de Interior (EADI), considerada o maior porto seco do estado, além de operações de transporte de remoção, transferência e distribuição. No Nordeste, a plataforma está a um quilômetro do Porto de Suape, no município de Ipojuca, e também é composta por Estação Aduaneira, Centro de Distribuição e serviços de transporte.

Porto da Imetame Logística em Aracruz, ES, já tem licença de instalação
O terminal marítimo que a Imetame Logística pretende instalar em Aracruz, ES, para o fornecimento de equipamentos e serviços ao setor de Petróleo e Gás, já tem licença de instalação.
A previsão do investimento é de cerca de R$ 590 milhões e geração de cerca de 900 empregos no pico da construção. A estimativa de implantação do novo terminal, localizado em Barra do Riacho, é de dois anos. A área licenciada pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo (Iema) é de 495 mil metros quadrados e com expansão futura poderá chegar a 755 mil metros quadrados.
De acordo com o diretor Comercial da Imetame, Anderson Carvalho, foi necessária uma adequação no projeto para englobar ainda a prestação de serviços logísticos que envolvem off-shore, carga geral, contêineres e granéis sólido, líquido e gasoso. O porto da Imetame – que é uma das 27 associadas da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP) – consolidará Aracruz como um polo portuário capixaba.

Transporte aquaviário está em alta no país
A navegação interna segue em alta no país. E é na região Norte, onde estão concentradas as duas hidrovias – das 12 bacias que compõem a malha hidrográfica brasileira – mais importantes para o escoamento de cargas de granéis sólidos e líquidos: a Amazônica e a Tocantins-Araguaia.
Segundo o Boletim Informativo Aquaviário do 1º Trimestre de 2018, divulgado recentemente pela Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho da Antaq – Agência Nacional de Transportes Aquaviários, a movimentação portuária, via navegação interior, correspondeu a 14,5 milhões de toneladas, representando crescimento de 20,6% em comparação ao movimentado no primeiro trimestre de 2017.
O bom desempenho se deve ao crescimento, de acordo com a publicação, de 422,7% na movimentação de bauxita, aumento de 52,8% em pasta de celulose, bem como à boa performance da soja – principal mercadoria operada nesse tipo de navegação –, com aumento de 11,7% em relação à movimentação registrada no primeiro trimestre de 2017.

Blu Logistics se destaca e sobe posições no ranking de importação marítima no primeiro quadrimestre do ano
De acordo com o Datamar, a Blu Logistics está em quarto lugar, em volume de carga importada por transporte marítimo de todos os trades para o Brasil, no ranking dos primeiros quatro meses do ano. “A Blu é uma empresa colombiana e chegou ao país há apenas cinco anos. Apesar do pouco tempo, já está posicionada entre os maiores players do mercado de agenciamento de carga. Isso só seria possível com um time de primeira como este que temos”, comemora Gabriel Carvalho, diretor comercial da Blu.
O ranking do Datamar é um dos mais conceituados do mercado e é usado para criar referências a respeito de empresas, destinos e portos na operação de transporte de carga pelo modal marítimo. A Datamar foi fundada em 1996 e atua como uma consultoria especializada na análise de comércio exterior via marítima do Brasil. O objetivo é fornecer dados para o maior entendimento das importações, exportações, movimentação portuária, infraestrutura de terminais e outros assuntos relacionados.

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