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Tecnologia 14 de outubro de 2019

Para atender seus clientes, Saint-Gobain usa tecnologias de rastreabilidade, blockchain e Torre de Controle

A Saint-Gobain atua há mais de 80 anos no Brasil com um portfólio diversificado de marcas, como Brasilit, Isover, Norton, PAM, Placo, Sekurit, Telhanorte e Weber, produtos Quartzolit. Elas podem ser encontradas em edifícios, transportes, infraestruturas e em muitas aplicações industriais.

Considerando esta diversidade, há de supor que o Grupo tenha uma logística bem complexa. E tem. “A Saint-Gobain tem frota própria em duas de suas marcas, o que representa menos de 1% do volume total fabricado que é transportado por nossa própria logística. A maior parte de nossa logística é realizada tradicionalmente com mais de 80 transportadoras parceiras, de todo o País”, explica Elmar Costa, diretor executivo de Suprimentos e Programas World Class – região LATAM da Saint-Gobain.

São mais de 1.200 veículos por dia circulando em todas as regiões do País, desde VUC até Rodotrem, carga seca, baú, sider, contêiner, silo e basculante. “Além do rodoviário, usamos transporte ferroviário, cabotagem e hidroviário nos estados do Norte, por apresentarem menor custo em relação ao rodoviário naquela região”, completa Costa.

Ainda como apoio logístico, a empresa conta com 43 Centros de Distribuição em todas as regiões do País, com uma média de 2.000 m² cada. “No caso dos terceirizados, o nosso principal parceiro é a DHL, com unidades de 3.000 m² em Guarulhos e Mauá, ambos no Estado de São Paulo.”

 

Desafios

Falando sobre os maiores desafios logísticos enfrentados pela empresa, Costa ressalta que alguns deles referem-se à questão da infraestrutura do País. A baixa disponibilidade de malha ferroviária, assim como serviço de cabotagem, que tem pouca oferta, são alguns deles. Outro tem a ver com a complexidade fiscal, como é o caso do ICMS, imposto que tem particularidades específicas de um Estado para outro. Há, ainda, os custos logísticos, que, de forma geral, são altos, assim como o piso mínimo para fretes.

Sobre como estes desafios são superados, o diretor executivo diz que a Saint-Gobain tem uma área voltada para projetos em otimização de transportes, que abrange toda a empresa e também oportunidades mapeadas fora dela. Há ainda um programa de excelência em Supply Chain que desenvolve ações também neste sentido, na visão do end-to-end.

“Buscamos, também, alternativas em tecnologias e novas formas de contratação de transportes. Um exemplo são parcerias com startups, que aplicam tecnologias IoT (Internet das Coisas) e BIM (Modelagem da Informação da Construção), com o objetivo de automatizar a coleta de dados e estimar melhores custos e prazos de obras e entregas, além de melhorar a entrega ao cliente final.”

 

Diferenciais

Costa também relaciona os principais diferenciais da logística da empresa, levando em conta o tipo de produto transportado e armazenado. O principal deles é a presença no Brasil todo e as possibilidades de compartilhamento entre as diferentes marcas do Grupo. “Isso contribui para que tenhamos melhores resultados na entrega para o cliente. A visibilidade das entregas e a disponibilidade de produtos próximos do cliente são os nossos grandes diferenciais e seguem a nossa principal premissa: na Saint-Gobain, colocamos o cliente no centro de tudo, levando em consideração a inovação em nossos processos e serviços.”

Costa ressalta que a empresa demonstra consistentemente a sua capacidade de inovar ao desenvolver produtos que melhoram a qualidade de vida das pessoas. “O mesmo se dá em relação aos serviços que utilizamos. No setor de logística, adotamos tecnologias de rastreabilidade de veículos, blockchain para controle e gerenciamento de fretes, Torre de Controle Logístico e software para modelagem de Supply Chain (SC Guru Llamasoft).”

 

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