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Cargas Especiais 10 de novembro de 2021

Congelados e Resfriados: É preciso atender determinações específicas e variadas e ter inúmeras certificações

Neste setor, é imperativo, entre outros, o controle de temperatura e umidade ponta a ponta, contar com infraestrutura diferenciada e mão de obra especializada, além de que todos os processos precisam ser mapeados, padronizados e documentados, não dá pra ter improviso.

 

Quando se fala no setor de congelados e resfriados, abrangido por esta nossa pauta dedicada às cargas especiais, podemos observar que ele contempla não só a logística farmacêutica, como também a de alimentos.

E, mais ainda, que este segmento se mostrou ainda mais primordial nestes tempos de pandemia e de mudanças de paradigmas e de hábitos de consumo.

No caso do segmento de produtos refrigerados, é preciso atender, principalmente, a determinações específicas e ter certificações de órgãos importantes, como a ANVISA e ISO 22716. Isso garante que a operação logística seja toda respaldada por segurança, temperatura controlada em todo o processo de manuseio dos produtos e comprometimento, atendendo, assim, às normas inerentes para armazenagem e movimentação de mercadorias diversas e que abrangem uma logística bem mais complexa do que a de setores tradicionais.

“A logística do segmento de produtos refrigerados precisa de uma administração bem estruturada que, muitas vezes, envolve canais e tempo de resposta alinhados com necessidades específicas. O Brasil tem um desafio muito grande no que abrange a sazonalidade e a regionalização”, pontua Ronaldo Fernandes da Silva, presidente da FM Logistic do Brasil.

Max Trevisan, diretor Comercial e de Relações Institucionais da RV Ímola, lembra que é preciso dispor de infraestrutura, certificações e documentações para a correta logística de congelados/resfriados, ou seja, ter infraestrutura própria para receber, processar e armazenar os produtos. Além disso, se faz necessário obedecer aos padrões de qualidade com o objetivo de manter a integridade da mercadoria dentro das respectivas faixas de temperatura e umidade.

Para o Operador Logístico é extremamente importante observar e avaliar as contingências necessárias para mitigar e garantir a continuidade da operação, sem colocar em risco a integridade dos materiais.

“Aqui na RV Ímola gostamos de dizer que não transportamos mercadorias e, sim, a esperança de cura da enfermidade de uma pessoa. Essa é a principal característica da logística farmacêutica. Uma ruptura de estoque causada por uma falha na nossa logística, um atraso na entrega ou mesmo a avaria de um produto, pode resultar na falta de um medicamento essencial. Além disso, se os processos não forem seguidos e controlados de forma rigorosa, podemos causar a ineficácia do medicamento, o que pode ser ainda mais prejudicial ao paciente do que a falta do produto. Portanto, a logística farmacêutica. além de toda a complexidade inerente à logística, precisa se preocupar o tempo todo com a manutenção da qualidade dos produtos.”

Ainda segundo Trevisan, como principais premissas de investimentos e controle para atuar no setor de cargas congeladas/resfriadas dentro da logística farmacêutica, podem ser citados: Controle de temperatura e umidade ponta a ponta; infraestrutura de frio diferenciada; especialização da mão de obra; todos os processos precisam ser mapeados, padronizados e documentados, não dá pra ter improviso; armazéns e veículos precisam ser limpos, higienizados e tratados contra pragas frequentemente; tanto armazéns quanto veículos devem ser climatizados e/ou refrigerados e monitorados constantemente, para garantir a integridade dos produtos; e é preciso ter um cuidado especial com o tipo de produto que será transportado, evitando a contaminação cruzada e consequente contaminação.

“Para nós que trabalhamos diretamente com produtos relacionados a saúde humana, o cuidado com o armazenamento e o transporte de cargas refrigeradas requer um cuidado muito grande, pois um desvio de temperatura pode provocar o descarte do medicamento e temos medicamentos que levam cerca de 6 meses para o processo de fabricação, além de ser um produto de alto valor.”

A análise, agora, é de Ramon Peres, gerente Comercial da Andreani Logística. Ele prossegue, dizendo que para atuar com cargas congeladas e resfriadas, é preciso que o ambiente onde o produto esteja armazenado esteja qualificado, tenha controle de temperatura, sistema para esse monitoramento com alarme no caso de variação, equipe preparada e bem treinada para lidar com esse material, um robusto plano de contingência, passando pela embalagem de transporte, que pode ser térmica ou não, e até a frota que fará o transporte, com equipamento validado, que tenham sido realizados testes prévios e manutenção preventiva e periódica do veículo e equipamento de refrigeração, passando até pela embalagem de transporte.

 

Problemas

Mesmo com todo estes cuidados, e mesmo pela falta deles, problemas podem surgir neste segmento. Mas, há, ainda, aqueles praticamente impossíveis de controlar, e que apenas podem ser mitigados. Por exemplo, como cita Peres, da Andreani, a variação climática de cada região do país. Hoje, em um único dia podemos vivenciar as quatro estações do ano e isso é um dificultador para se manter uma temperatura estável. Por conta disso, é importante contar com um sistema de refrigeração confiável, testado, validado para que se evite risco de perdas.

Análise parecida é feita por Trevisan, da RV Ímola. Segundo ele, atuar no segmento de logística farmacêutica voltada para cargas congeladas/resfriadas em um país com as dimensões continentais como o Brasil e com diferenças significativas de temperaturas e umidade já é por si só um grande desafio. “Percebemos ao longo dos anos o despreparo das pessoas em geral para lidar com a Cadeia Fria e por isso entendemos que capacitação é um grande desafio. Outro grande desafio que se coloca é equacionar o preço de frete versus manter a temperatura estável de um medicamento enquanto enviamos o mesmo para o Sul e para o Norte do país. A solução nesse caso é investir em tecnologia, seja em caixas e materiais isolantes cada vez mais modernos, seja em rotas mais inteligentes, ou ainda em ferramentas para monitorar toda essa cadeia.”

Com maior detalhamento dos problemas e dificuldades enfrentados no segmento de cargas refrigeradas e congeladas, o diretor Comercial e de Relações Institucionais da RV Ímola aponta: custos e disponibilidade dos equipamentos qualificados – Não há disponibilidade imediata de carros qualificados e câmaras frias no mercado, sendo necessários processos de testes e qualificações prévios antes de colocar os equipamentos em produção; mão de obra especializada – A operação em ambiente refrigerado requer treinamento específico; volumetria concentrada – A imposição de super abastecimentos durante a pandemia trouxe a necessidade de otimizar fluxos logísticos para atender a demanda necessária.

“Podemos enfatizar que a falta de investimento em tecnologia e inovação para atender às demandas de um mercado tão importante para a economia e, consequentemente, para a população, seja o maior problema enfrentado pelo setor. É um segmento dinâmico e que precisa de uma atenção especial a todo o momento. Todos os elos da cadeia logística precisam estar atentos para oferecer serviços cada vez mais customizados e estruturados para atender às necessidades desse segmento”, completa Silva, da FM Logistic do Brasil.

 

Tendências

Já que se falou em investimentos, estes vêm, obviamente, em função das tendências apontadas pelo segmento, e das novidades que se apresentam.  “As novidades nesse setor são as embalagens térmicas, que podem variar de caixa de isopor descartável até as mais novas, que são retornáveis, visando a um programa mais sustentável e ecológico e que garanta a manutenção da temperatura por até 96 horas durante o transporte. Temos até contêiner refrigerado com motor ativo (ligado a uma fonte de energia) ou passivo (onde placas de gelo cuidam de manter a temperatura). Temos visto esse tipo de contêiner sendo muito utilizado no transporte de vacinas que são importadas da China, ou até os insumos chamados de IFA”, relaciona Peres, da Andreani.

No caso da RV Ímola, o diretor Comercial e de Relações Institucionais acredita que as tendências e novidades do setor estejam relacionadas à sustentabilidade e responsabilidade ambiental. Dentre estas novidades estão os caminhões movidos a energia limpa, além das câmeras de segurança embarcadas (internas nos veículos) e as ultracâmaras de congelamento. “Além dos equipamentos de grandes Operadores Logísticos internacionais, nos quais a RV Imola também investiu, como sorter de separação de produto e máquinas de fracionamento e unitarização de medicamentos.”

Por parte da FM Logistic do Brasil, as novidades e tendências envolvem investimentos no omnichannel e no transporte, bem como na contratação de profissionais especializados. “O grande mote do momento é a digitalização, ou seja, o input de tecnologia avançada nos processos não apenas para realizar uma transformação digital, mas uma mudança completa nos negócios”, assinala o presidente.

 

Pandemia

Setor mais impactado pela pandemia, pelas suas próprias características, o de congelados/resfriados acabou passando por mudanças neste período.

“A automação e a transformação digital são fatores primordiais para as empresas que atuam no segmento da logística do frio, e isso foi ainda mais enfatizado com a questão da pandemia da Covid-19. Os Operadores Logísticos têm buscado de forma incessante mais tecnologia e modernização para aumentar a produtividade. No caso da FM Logistic do Brasil, estamos avançando na digitalização das atividades e processos, na robotização e no gerenciamento da distribuição”, diz o presidente da empresa.

Ainda segundo ele, com certeza, as mudanças trazidas pela pandemia vieram para ficar e serão ainda mais aperfeiçoadas pelos Operadores Logísticos. A tecnologia e a inovação são caminhos que não retrocedem, muito pelo contrário, precisam cada vez mais de investimentos e dinamismo para atender mercados tão importantes como o de cargas resfriadas e de temperatura controlada.

Também no caso da RV Ímola, a pandemia intensificou ainda mais os investimentos em tecnologia, para tornar os processos mais enxutos e ágeis, sem necessariamente dispor de mais recursos. Além disso, o tempo de resposta às demandas precisaram ser ajustadas, de forma a atender novos projetos em tempos recordes, como por exemplo adequar uma nova área de câmara fria e refrigerada para atender volumes consideráveis de estoque, com temperaturas extremas, em poucos meses. Além da aquisição de nova frota refrigerada e de caixas qualificadas, de acordo com a RDC 430, explica Trevisan.

Ele também enfatiza que as mudanças que chegaram com a pandemia, sem dúvida, vieram para ficar. A RV Ímola teve que rever processos para responder mais rápido às demandas do mercado, e não há como, nem porque, voltar ao cenário anterior. “Nos desdobramos para fazer mais, com o mesmo quadro – e, por vezes, com uma equipe reduzida em função de afastamentos de casos suspeitos de infecção. O mais importante é entender quais foram as dificuldades que encontramos e como as superamos, entender onde erramos e corrigir os erros e dessa forma nos prepararmos, não para uma próxima pandemia, esperamos que não, mas para sermos cada vez mais ágeis.”

Pelo seu lado, Peres, da Andreani, acredita que os maiores impactos da pandemia no setor foram a redução da malha aérea e o aumento nas tarifas desse modal e, em paralelo, os aumentos de insumos, como papelão, plástico e aço por conta da falta de matéria prima. “A malha aérea mostra sinais de retomada, já no caso das tarifas, a redução ainda não foi notada, e receio que essa tenha vindo para ficar.”

Vale lembrar, também, as exigências que a nova realidade do mercado, imposta pela pandemia, passou a exigir dos Operadores Logísticos e das transportadoras que atuam no setor. “O item que hoje é mais preocupante e que causa impacto direto no preço final é o preço dos insumos. Como o aumento tem sido bastante expressivo, temos que chamar os clientes e abrir negociação para atualização das tarifas, além do prazo de entrega desses insumos que tem sido muito longo”, diz Peres, da Andreani.

Silva, da FM Logistic do Brasil, ressalta que, para outros produtos que integram a cadeia refrigerada, o setor de logística, com destaque para os Operadores Logísticos, tem se transformado para acompanhar o dinamismo e as constantes mudanças, principalmente no que diz respeito à tecnologia e inovação. Isso tudo para atender ao novo tipo de consumidor, revendo os modelos de distribuição e da malha logística.

“Hoje, temos um consumidor muito mais digitalizado e que exige conveniência. Acreditamos que vamos encerrar 2021 com um aumento dos serviços oferecidos ao segmento da cadeia de produtos refrigerados com soluções multicanais que envolvem a preparação para varejo, controle e qualidade dos produtos, embalagem, personalização de pedidos, soluções de transporte e gestão de devoluções”, completa o presidente da FM Logistic do Brasil.

“Quando falamos da logística farmacêutica e de tendências para o setor, não podemos esquecer de mencionar a RDC430. Se a pandemia gerou a necessidade de sermos cada vez mais ágeis e buscar novas tecnologias, a RDC, que entra em vigor em março de 2022, normatiza as Boas Práticas de Distribuição, Armazenagem e Transporte de Medicamentos, definindo, assim, o que será o ‘novo normal’ no nosso setor.”

Além desta questão, Trevisan, da RV Ímola, também pondera que o novo normal vai exigir que os Operadores Logísticos tenham uma preocupação ainda maior com a qualidade dos medicamentos, investindo em climatização de armazéns e veículos, garantindo a rastreabilidade de toda a cadeia e implantando um sistema completo de gestão da qualidade. A nova realidade exige mais agilidade e qualidade.

 

O que as empresas oferecem

Andreani – Atua com produtos de Healthcare e Nutrition, oferecendo serviços de recebimento, armazenagem, manuseio/adequação ou montagem de kits, expedição e transporte.

FM Logistic do Brasil – Atua com alguns produtos da área de resfriados, ou seja, que requerem certa temperatura controlada. Os perecíveis fazem parte dessa cadeia, bem como alguns componentes para fabricação de produtos do setor de cosméticos e que precisam de uma refrigeração com temperatura diferenciada. Oferece soluções multicanais que envolvem a preparação para varejo, nacionalização, controle e qualidade dos produtos, embalagem, personalização de pedidos, soluções de transporte e gestão de devoluções.

RV Ímola – Presta serviços de armazenagem e transporte (terrestre e aéreo) para todos os tipos de medicamentos, vacinas, produtos para a saúde, cosméticos, saneantes, produtos para higiene e outros. É responsável pelo processo de armazenagem e transporte desses produtos, tanto em seus armazéns próprios, como nos armazéns dos clientes. Também atua no segmento hospitalar, fazendo a gestão interna dos materiais, incluindo o fracionamento de medicamentos. Os processos consistem no recebimento, armazenagem, picking, expedição, fracionamento (em algumas unidades) e transporte, sendo que tais processos são efetuados mediante um software próprio de controle, além de máquinas de automação.

 

BLS Tech fecha parceria com Grupo EMF e passa a oferecer solução completa para a cadeia fria

A BLS Tech (Biothermal Logistics Solutions), primeira integradora de soluções 100% focada em cadeia fria, fechou parceria exclusiva com o Grupo EMF – empresa mineira com 19 anos de atuação no ramo de armazenagem e transportes de insumos e produtos das indústrias farmacêuticas e alimentícias. Juntas, as empresas oferecem uma solução completa para a cadeia fria. A parceria permitirá às empresas atenderem a uma distribuição regional, inclusive em localidades de altas temperaturas, como o sertão do Brasil, com todas as medidas dentro da lei vigente. (Vejas as fotos na página 20 desta edição).

Em março próximo deve entrar em vigor a chamada RDC 430, uma nova legislação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que preconiza a necessidade de manutenção da temperatura e da umidade em todo o transporte. As empresas que não estiverem preparadas para atender a essa nova Resolução da Anvisa são penalizadas.

Nesse sentido, a possibilidade de realizar transporte multitemperatura passa a ser um diferencial das empresas, além de permitir a otimização de custos para os clientes.

“A parceria com a BLS Tech vai nos permitir ir atrás de um objetivo, que é ser líder de market share em soluções da indústria farmacêutica para a cadeia fria. O cliente passa a ter um único canal para resolver todas as suas demandas. Temos também uma grande preocupação com a sustentabilidade”, afirma Flávio Carramillo Filho, diretor de desenvolvimento e expansão do Grupo EMF.

Fábio Martins, CEO e sócio fundador da BLS Tech, ressalta o peso dessa parceria como evolução da logística e armazenagem especificamente para a cadeia fria no Brasil. “Firmamos esta parceria para intensificar a entrega dos produtos dos nossos clientes com extrema segurança e, ao mesmo tempo, seguindo de ponto a ponto a necessidade de manutenção da temperatura e a umidade de cada produto com a mais alta tecnologia disponível no mercado”, destaca Martins.

 

 

Temperatura adequada e sem variações é essencial para evitar perdas no transporte de frutas

Cerca de 14% de todos os alimentos produzidos no mundo são perdidos entre a colheita e a venda nos canais de varejo, de acordo com a Food and Agriculture Organization (FAO), das Nações Unidas. O valor das perdas é estimado em US$ 400 bilhões por ano e, entre outras consequências, elas contribuem para o aumento da fome e o desperdício de recursos naturais, como a terra e a água usadas em sua produção.

Adicionalmente, as perdas somadas ao desperdício de alimentos (quando ocorre em supermercados, restaurantes e residências) respondem por 10% das emissões de gases de efeito estufa no mundo. A redução deste percentual é uma das metas da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Parte considerável das perdas de alimentos, especialmente os mais perecíveis, como as frutas, ocorre durante o transporte. Desde a saída dos alimentos das respectivas áreas de produção até a disponibilização deles nas gôndolas e prateleiras de supermercados ou lojas é necessário garantir as condições adequadas para manter a qualidade, evitando perdas.

Embalagens, temperatura, circulação de ar, nível de umidade, manuseio e até o tempo dispendido na realização de cada uma dessas etapas precisam ser adequados e seguir uma série de condições. No caso de alguns alimentos perecíveis, como as frutas, estas especificações são diferentes para cada espécie, ou tipo. “Para algumas espécies de frutas, a renovação de ar é imprescindível para o processo de maturação, enquanto para outras é mais importante evitar qualquer variação de temperatura”, explica o gerente de serviços da Thermo King – pioneira no desenvolvimento de soluções para controle de temperatura nos transportes, incluindo unidades de refrigeração para logística de perecíveis – Rodrigo Beal.

Um dos aspectos mais importantes para a preservação da qualidade durante o transporte é a correta refrigeração. E entre as variáveis da refrigeração, a temperatura é a mais importante. Beal comenta que a garantia de temperatura adequada para a conservação de cada fruta com precisão e sem variações depende de equipamentos eficientes, bem como de operadores preparados, atentos também a aspectos adicionais, como o posicionamento das embalagens e controle de abertura de portas.

 

 

Bosch disponibiliza solução de  Monitoramento Inteligente da Cadeia Fria

A Bosch, líder global no fornecimento de tecnologias e serviços, disponibiliza o Monitoramento Inteligente da Cadeia Fria, uma solução completa que acompanha as condições da carga em tempo real durante todo o processo logístico, desde o local de fabricação até a ponta.

Essa tecnologia está disponível no Brasil desde o início de 2020 e atende à nova regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a RDC 430/2020, que estabelece requisitos sobre boas práticas de distribuição, armazenagem e transporte de medicamentos.

De forma inovadora e segura, baseada no conceito Internet das Coisas (IoT), a tecnologia possui sensores, que são instalados e programados com o objetivo de transmitir dados para um dispositivo intermediário chamado gateway, que envia os parâmetros coletados à uma nuvem. Com estes dados, uma plataforma inteligente mostra as informações em tempo real, com clareza, para os agentes da central de monitoramento e controle operacional, disponível 24 horas por dia e 7 dias por semana.

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