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Transportes 23 de setembro de 2019

Substituição de frota pode ser a chave para a melhora de resultados de uma empresa

Um dos desafios que as empresas estão sempre enfrentando é a redução de custos e, mais do que isso, como diminuir os gastos, mas manter uma constante melhoria de seus resultados? Muitas vezes, a resposta é mais óbvia do que se imagina, mas difícil de ser identificada, principalmente para as organizações que lidam com frotas. De acordo com Leandro Ferraz, gerente de Grandes Contas da ValeCard, especializada em soluções de gestão de frotas, a resposta para este tipo de problema pode estar nos veículos utilizados para a realização dos serviços de transporte.

“Como qualquer outro equipamento, carros e caminhões possuem um ciclo de vida durante o qual desempenham funções requeridas dentro de padrões adequados de produtividade, segurança operacional e economicidade”, explica Ferraz. Segundo ele, esse fator coloca o gestor de frotas diante de duas questões primordiais: Qual o momento certo para substituir o veículo e como priorizar essa substituição?

Para tomar essa decisão, diz o especialista, é preciso basear-se “em critérios técnicos que consideram a viabilidade econômica e a condição operacional do veículo, além da política financeira da organização”. Ferraz afirma ainda que o melhor momento para substituir um veículo não é necessariamente baseado em sua capacidade de sobrevivência ou sua vida útil total, mas sim o período que irá minimizar os custos operacionais em longo prazo.

Ou seja, as empresas devem desenvolver uma política de substituição de frota, considerando os fatores que influenciam na cadeia de custos e produtividade da companhia. Neste sentido, os principais fatores a serem considerados são as despesas com manutenção e a depreciação do valor econômico do veículo (valor venal de venda). A manutenção também prejudica a produtividade do veículo; intervenções frequentes aumentam a indisponibilidade, causando maior custo. Outro ponto a ser considerado é a atualização tecnológica: caminhões antigos podem incorrer em maior custo de operação.  A substituição pode trazer melhoria da performance e, consequentemente, menor custo operacional. Todos estes pontos devem ser avaliados nos critérios de troca.

“Os métodos de renovação de frotas utilizam um conceito clássico, denominado vida útil econômica, que corresponde ao período entre a aquisição do veículo e aquele em que o custo médio anual for mínimo”, diz Ferraz. Para isso, o responsável pelo gerenciamento da frota deve sempre acompanhar os custos e monitorar fatores como: valor de mercado do veículo, custo da depreciação, valor acumulado das manutenções do veículo, consumo de combustível e desempenho do veículo.

O nível de operacionalização de cada veículo da frota também deve ser constantemente acompanhado para garantir que não exista um superdimensionamento da quantidade de carros necessários. Ferraz explica que, dessa forma, “haverá o aproveitamento razoável das unidades e uma taxa de ocupação adequada, evitando o desgaste acumulado e uma substituição prematura”.

Diante disso, é importante que o gestor de frotas mantenha um monitoramento eficiente de todos esses fatores, porque se qualquer um deles for deixado de lado, a empresa pode ser prejudicada. Mas, para auxiliar nesta tarefa, o mercado já oferece diferentes ferramentas de gerenciamento, como a ferramenta Gestão, desenvolvida pela ValeCard. Tecnologias deste tipo, segundo Ferraz, ajudam a controlar os custos de forma minuciosa, além de concentrar diferentes informações em um mesmo sistema. Tudo isso ajudará o profissional na definição de quando é melhor substituir a sua frota.

“Manter um veículo acima do tempo correto de substituição pode elevar os custos da empresa, principalmente os de manutenção, e o consumo de combustível da frota. Além disso, pode aumentar o nível do risco de acidentes para os usuários”, alerta o especialista.

Ainda segundo ele, na atual conjuntura econômica, as empresas buscam melhoria de performance. E, neste contexto, a substituição pode proporcionar maior desempenho operacional. A troca passa a ser um fator que contribui na linha de custos ao longo do período de utilização do veículo.  É importante estabelecer critérios para a escolha do modelo adequado, considerando as características de utilização da frota.

 

Prioridade

Ainda segundo Ferraz, a prioridade da troca advém da atitude em buscar um cenário adequado de custeio. A troca pode proporcionar a condição necessária para redução dos custos de operação, permitindo à empresa aumentar sua rentabilidade, em contrapartida a sua capacidade de investimento.

Ele também lembra que o tempo de uso ideal para os caminhões varia de acordo com cada cenário – importante para as empresas é determinar a metodologia adequada, em conformidade com as especificidades organizacionais. “Há custos relevantes a qualquer empresa, como os de manutenção, que decorrem e aumentam em função da idade da frota.  O valor da venda do veículo também deve ser considerado, pois sofre um impacto nos primeiros anos e depois apresenta estabilidade. Há custos indiretos que muitas vezes não são contabilizados, como a frequência de intervenções mecânicas e acidentes.” O gerente de Grandes Contas da ValeCard volta a enfatizar que o principal custo gerado por um caminhão antigo é o de manutenção, que interfere também na produtividade e operação da companhia.

 

Gerenciamento  de frota

Sobre a importância do gerenciamento da frota para redução de custos, Ferraz lembra que em alguns segmentos, a frota pode representar o terceiro maior custo da organização. Gerenciar de forma eficiente requer estabelecer metodologias que proporcionam maior controle e consequente produtividade e menores custos. Para tanto, é preciso estruturar um modelo de gerenciamento que utilize ferramentas tecnológicas proporcionando o gerenciamento dos principais processos de uso da frota. O esforço de gerenciar as maiores linhas de custos, como o consumo de combustível, os gastos de manutenção e da produtividade (mobilidade) dos veículos é muito mais facilitado com o uso da tecnologia adequada. A evolução permitiu integrar ferramentas para que esta gestão seja cada vez mais eficaz e para que as decisões possam ser adotadas com maior assertividade e rapidez.

“A Valecard oferece uma plataforma integrada, onde o gestor pode gerenciar os principais processos da frota: o SIAG. Nele, oferecemos os módulos de gerenciamento de abastecimento, manutenção e telemetria. Estas tecnologias permitem a redução de gastos desnecessários e fraudes e permitem, sobretudo, a tomada de decisões com mais segurança. Nossas ferramentas ainda proporcionam a visualização de dashboards que consolidam as principais informações de custos e comportamentais da frota. Assim, o gestor pode identificar os principais ofensores dos custos e estabelecer ações para respectiva redução destes. Oferecemos, ainda, o atendimento presencial de consultores, que apoiarão o cliente para a evolução em seus processos de gerenciamento.”

A ValeCard é uma instituição 100% nacional que está entre as maiores empresas de meios de pagamento eletrônicos do Brasil e oferece soluções completas e integradas para Gestão de Frotas, Benefícios e Financeira. Com mais de três milhões de cartões emitidos pelo Brasil, conta com mais de 115 mil estabelecimentos credenciados. Para atender a demanda, possui 5 regionais e 12 filiais e mais de mil funcionários, entre diretos e indiretos.

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